Crimen y Sociedad

Delito y castigo en perspectiva histórica
Prácticas ilegales, policía, justicia y sistema penitenciario en la Argentina (siglos XIX y XX)

XVIII Encontro de História da Anpuh-Rio

23 julio 2018a27 julio 2018

ST 28. História do crime, da polícia e da justiça criminal

Coordenadores: Cândido Gonçalo Rocha Gonçalves (Unirio), Marcos Luiz Bretas da Fonseca (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Resumo: Nos anos 1980, os historiadores passaram a se utilizar mais sistematicamente das fontes criminais e policiais. Primeiro buscando temáticas externas às suas condições de produção, depois tentando cada vez mais compreender a produção destas fontes, as instituições que a produzem e o lugar da violência e do crime na sociedade. O projeto deste simpósio é congregar os historiadores que trabalham sobre temas e fontes da violência, do crime, da policia e da justiça criminal, criando a oportunidade para debater metodologias de pesquisa e resultados obtidos.
Das investigações sobre as fontes nos anos oitenta, os historiadores passam a trabalhar diversos temas que dão dinâmica ao campo. Influenciados também por análises e metodologias internacionais, investigam situações que podem ser agrupadas nessas linhas principais:1) O crime e os criminosos. Variações ao longo do tempo – ou região – surgimento de novos tipos e estudo daqueles que foram historicamente identificados como autores destes crimes, tanto enquanto grupos sociais como individualmente;
2) As instituições públicas que tratam do crime, o surgimento e o funcionamento de aparatos legais, judiciários, policiais e prisionais enquanto forma de lidar com o crime. Pode ser tratado do ponto de vista da história do direito e das normas legais sobre o estabelecimento de instituições, ou então enquanto uma história social destas instituições, seus modos de funcionar e as ações daqueles que participam delas;
3) A polícia e às ações repressivas diretas, ponto derivado do anterior, mas com uma produção específica destacada no campo;
4) As representações sociais a respeito do criminal, notadamente a imprensa, mas igualmente a literatura. Como a opinião pública, as memórias e outras formas de acessar o público procuram construir narrativas que dão sentido ao crime e produzem determinadas imagens daqueles que os cometem.
5) Formas históricas de punição e a problemática do nascimento da prisão e das penas, que forma conexão com o debate sobre as penas alternativas

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